Guarda que faz Ronda Maria da Penha no Rio sofria violência doméstica

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Quem vê o sorriso aberto da guarda municipal Jaqueline da Conceição, de 41 anos, e integrante da Ronda Maria da Penha (RMP) não imagina que ela já foi vítima de violência doméstica.

Jaqueline era filha adotiva, tinha problemas no lar que a acolheu e, aos 18 anos, viu no casamento a possibilidade de formar e ter sua própria família.

“Achava que ele era o príncipe encantado em um cavalo branco e que seria minha rota de fuga para sair da casa dos meus pais”, lembra ela. 

Mas o que era fuga virou rota para o abismo, e Jaqueline se viu oprimida pela sogra, que a maltratava quando o então marido ia trabalhar e, posteriormente, se viu atingida pelo próprio cônjuge.