Alzheimer: tratamento testado em camundongos reverte dano aos neurônios, diz estudo

Resultado foi publicado em revista científica, mas ainda demanda mais testes e aperfeiçoamentos até chegar a ser usado em humanos

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Um tratamento oral experimental para a doença de Alzheimer conseguiu reverter os danos às sinapses cerebrais e proteger os neurônios em um modelo de camundongo, não causando efeitos colaterais em roedores ou macacos em que foi testado. Se melhorado e testado, este composto, desenvolvido por cientistas da Universidade de Yale, pode se tornar um tratamento para a doença, que ainda não tem cura. Os resultados do estudo foram publicados nesta quarta-feira, 1, na revista Science Translational Medicine.

Alzheimer – a forma mais comum de demência – é uma patologia complexa e multifatorial que geralmente aparece após os 65 anos de idade e tem um forte componente genético. Acredita-se que a maioria casos é causada pela interação de fatores genéticos e do meio ambiente.