Espanhola sai de caverna após isolamento de 500 dias: ‘foi excelente, insuperável’

Atleta Beatriz Flamini ficou quase um ano e meio em uma caverna no sul da Espanha apenas com luz artificial, livros e uma câmera. Equipe deixava comida sem ter contato. Experiência quis registrar repercussão física e mental do isolamento humano.

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Um atleta espanhola que passou 500 dias isolada em uma caverna, sem contato direto com o exterior nem luz natural, saiu nesta sexta-feira (14) do local e afirmou que a experiência foi “excelente, insuperável”.

A atleta Beatriz Flamini participou de um experimento que tinha como objetivos registrar a repercussão mental e física de um isolamento como este. A experiência será tema de um documentário da produtora espanhola Dokumalia.

“Estou há um ano e meio sem falar com ninguém, só comigo mesma”, disse Beatriz Flamini a jornalistas logo após sair da cavera, com a ajuda por espeleólogos.

A caverna fica a 70 metros abaixo do solo e a 10 quilômetros de Motril, na Andaluzia, região no sul da Espanha.