Dia Mundial da Hanseníase destaca que a doença tem cura e ações compartilhadas fomentam a luta contra o preconceito

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No último domingo de janeiro, o Dia Mundial da Hanseníase, o governo de Rondônia reforça o compromisso de controlar a doença, promover o diagnóstico e o tratamento correto e difundir informações para desfazer os preconceitos que afetam o diagnóstico preventivo da doença.  “O Estado seguirá as diretrizes do Ministério da Saúde, que objetivam o fomento à implantação do Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas da Hanseníase – PCDT e a realização de novos testes nos municípios. Nossa meta é ampliar ainda mais, o atendimento à população com foco no tratamento, reabilitação social e combate ao preconceito”, enfatizou o governador de Rondônia Marcos Rocha.

As metas estabelecidas pela Estratégia Nacional para Enfrentamento à Hanseníase 2023-2030, incluem a redução de 55% na taxa de casos novos de hanseníase em menores de 15 anos de idade até 2030, baseando-se no ano de 2019, que registrou 3,44 novos casos por 100.000 habitantes. Além disso, busca-se reduzir em 30%, o número absoluto de casos novos com Grau de Incapacidade Física 2 – GIF2 no momento do diagnóstico até 2030, levando em consideração o ano-base de 2019, que registrou 2.351 casos com GIF2, no momento do diagnóstico.

Uma novidade para o fechamento do Janeiro Roxo, divulgado pelo ministério, é o aplicativo AppHans, que oferece conteúdo textual e visual para apoiar os profissionais de saúde no diagnóstico, tratamento, prevenção de incapacidade física e reações hanseníase. “A versão Beta do aplicativo está sendo testada e as versões para Android e iOS estão consolidadas antes de serem disponibilizadas ao usuário. O avanço tecnológico nos foi apresentado durante um seminário que participamos em Brasília, esta semana”, disse o diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório de Lima.

TESTES RÁPIDOS

Está previsto a partir de fevereiro, o Governo Federal dará início à distribuição de 150 mil testes rápidos para o apoio ao diagnóstico da hanseníase no Sistema Único de Saúde – SUS. “Esses testes serão oferecidos às pessoas que tiveram contato próximo e prolongado com casos confirmados da doença”, disse a coordenadora Estadual da Hanseníase da Agevisa, Albanete Mendonça.