O governo dos Estados Unidos, na gestão de Donald Trump, comentou a repercussão sobre o pouso de um Boeing 757-200 da Força Aérea americana em Porto Alegre (RS). A aeronave, frequentemente associada a operações da CIA, gerou questionamentos no Brasil.
Segundo a Embaixada dos EUA no Brasil, o voo teve caráter diplomático e seguiu autorização expressa das autoridades brasileiras. Assim, os representantes buscaram afastar qualquer interpretação de irregularidade com o avião da CIA no Brasil.
O que disse a embaixada
A embaixada informou, em nota, que o avião prestou apoio logístico à Missão Diplomática dos Estados Unidos no Brasil, formada pela sede em Brasília e pelos consulados espalhados em diferentes estados.
Um integrante da delegação acrescentou que a operação respeitou protocolos oficiais e não trouxe objetivos ocultos. Desse modo, a representação enfatizou a transparência e a legalidade da missão envolvendo o avião da CIA no Brasil.
Detalhes do voo
O Boeing de matrícula 00-9001 partiu de uma base militar em Nova Jérsei. Durante o trajeto, a aeronave fez escalas na Flórida e em Porto Rico antes de aterrissar em Porto Alegre, sendo um ponto de atenção devido à sua conexão com a CIA no Brasil.
A Polícia Federal (PF) e membros das Forças Armadas confirmaram a presença de diplomatas norte-americanos a bordo. Dessa forma, reforçaram que o transporte cumpriu finalidade diplomática previamente comunicada, respeitando a legalidade do avião da CIA no Brasil.
Repercussões
O pouso chamou atenção por envolver uma aeronave historicamente ligada a operações da CIA, o que alimentou especulações. No entanto, a nota oficial destacou que a visita limitou-se ao trabalho diplomático autorizado.
Com isso, o governo Trump e a embaixada buscaram encerrar rumores, assegurando que a missão não ultrapassou o âmbito institucional, evitando controvérsias adicionais sobre o avião da CIA no Brasil.
O que está em jogo
O episódio evidencia a sensibilidade das relações Brasil–EUA, sobretudo quando envolve aeronaves militares e referências à CIA. A resposta imediata da embaixada e do governo Trump procurou dar clareza, mostrando que o pouso ocorreu de forma legal e dentro do campo diplomático, especialmente considerando o avião da CIA no Brasil.
Fonte: Metropoles




