A Meta estuda a criação de planos pagos para WhatsApp, Instagram e Facebook, segundo informações publicadas pelo site TechCrunch. A proposta não prevê o fim das versões gratuitas, mas a oferta de assinaturas com recursos exclusivos, voltadas a usuários que desejam mais funcionalidades, controle e ferramentas avançadas.
A informação reforça uma mudança gradual no modelo de negócios da empresa, que busca diversificar suas fontes de receita além da publicidade.
Recursos gratuitos devem continuar disponíveis
De acordo com o TechCrunch, a Meta não pretende restringir as funções básicas dos aplicativos. As versões gratuitas continuariam funcionando normalmente, enquanto os planos pagos dariam acesso a uma chamada “experiência premium”.
Entre os diferenciais estudados estariam ferramentas voltadas à produtividade, criatividade e uso ampliado de inteligência artificial, além de opções extras de personalização e maior controle sobre interações e compartilhamento de conteúdo.
Cada aplicativo pode ter assinatura própria
O site aponta que a Meta não está presa a um único formato de cobrança. A empresa avalia diferentes modelos e pacotes, e cada aplicativo pode ter uma assinatura específica, com conjuntos distintos de funcionalidades.
Isso significa que o usuário poderia, por exemplo, optar por pagar apenas por recursos extras no Instagram ou no WhatsApp, sem necessidade de um pacote unificado.
WhatsApp já havia sinalizado mudanças
Na segunda-feira anterior à publicação do TechCrunch, já havia sido noticiada a possibilidade de o WhatsApp lançar planos pagos, especialmente voltados a usuários que utilizam o aplicativo de forma mais intensa ou profissional.
A ampliação da ideia para Instagram e Facebook indica que a Meta avalia uma estratégia mais ampla para suas principais plataformas.
Meta ainda não confirmou oficialmente
Procurada para comentar o assunto, a Meta no Brasil informou que ainda não há confirmação oficial sobre o lançamento dos planos pagos. A empresa afirmou que continua testando novos recursos e modelos de negócios, mas não detalhou prazos ou valores.
Caso a proposta avance, a mudança pode impactar milhões de usuários no Brasil, um dos maiores mercados da Meta no mundo.
Fonte: Olhar Digital




