O programa Escolas Conectadas já alcançou 70% das instituições públicas de ensino previstas em Rondônia, aproximando o estado da meta de universalizar o acesso à internet nas escolas. Ao todo, 1.055 unidades escolares deverão ser contempladas até o final do cronograma estabelecido pelo Governo Federal.
A iniciativa é coordenada pelos ministérios das Comunicações e da Educação e integra a estratégia nacional de inclusão digital na educação básica.
Avanço da conectividade nas escolas de Rondônia
Segundo dados oficiais, o percentual alcançado coloca Rondônia acima da média nacional. Em todo o país, 68,7% das escolas públicas já contam com acesso à internet por meio do programa, que prevê conectar 138 mil instituições ainda em 2026.
O objetivo é garantir infraestrutura adequada para o uso pedagógico das tecnologias digitais, ampliando o acesso de estudantes e professores a plataformas educacionais, conteúdos digitais e ferramentas de aprendizagem.
Conexão urbana, rural e soluções tecnológicas
De acordo com o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, o projeto é considerado estratégico para o futuro da educação brasileira.
“O Escolas Conectadas é uma prioridade do Governo Federal. Onde houver infraestrutura, a conexão será feita por fibra óptica. Nas áreas mais remotas, a solução será via satélite, garantindo que escolas urbanas e rurais sejam atendidas”, afirmou o ministro.
Investimentos e impacto nacional
Somente em 2025, cerca de 22,8 mil escolas passaram a ter acesso à internet por meio de políticas coordenadas pelo Ministério das Comunicações, como o Fust e o Eace.
O investimento total previsto para o programa é de quase R$ 9 bilhões, sendo R$ 6,5 bilhões provenientes do Novo PAC, além de recursos de outros eixos. Desde o lançamento da iniciativa, em setembro de 2023, mais de R$ 3 bilhões já foram aplicados em escolas estaduais e municipais de todas as regiões do país.
Educação digital como política pública
Com a ampliação da conectividade, o programa busca não apenas levar internet às escolas, mas também criar condições para a formação continuada de professores, o uso pedagógico das tecnologias e a redução das desigualdades educacionais, especialmente em regiões mais afastadas dos grandes centros.
A expectativa do Governo Federal é que, até o fim de 2026, todas as escolas públicas brasileiras estejam conectadas, consolidando a inclusão digital como política pública estruturante na educação.




