
Receita vegetal imita sabor de siri e tem alto valor nutricional
A Embrapa Agroindústria de Alimentos, junto com a empresa Amazonika Mundi, desenvolveu uma receita inovadora que combina saúde e sustentabilidade. Trata-se do bolinho vegetal com sabor de siri, comercializado como Siriju. A proposta surpreende ao entregar textura, aparência e sabor muito próximos aos do tradicional bolinho de siri, porém sem qualquer ingrediente de origem animal.

Fibra de caju é o diferencial funcional da receita
Um dos grandes trunfos dessa inovação é a fibra de caju tratada. Como não possui sabor ou odor marcantes, ela se adapta facilmente a diversas receitas. Além disso, a fibra contribui para melhorar o valor nutricional do bolinho, já que aumenta o teor de fibras alimentares. Portanto, o produto não apenas agrada ao paladar, mas também oferece benefícios à saúde.
Produto nacional está disponível em várias regiões
O Siriju já pode ser encontrado em estados das regiões Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste. A comercialização é feita pela Amazonika Mundi (Sotille Alimentos), empresa que também atua no desenvolvimento de outros alimentos vegetais. Para adquirir o produto, basta acessar o site amazonikamundi.com.br ou entrar em contato pelo telefone (21) 3741-4013.
Pesquisa da Embrapa impulsiona soluções sustentáveis
A criação do bolinho Siriju só foi possível graças a anos de pesquisa da Embrapa com a fibra do caju. Inicialmente, o foco estava em desidratar e adaptar esse insumo vegetal para uso alimentar. Com o tempo, as aplicações se expandiram, resultando em produtos como hambúrgueres e empanados vegetais. O Siriju, portanto, representa uma evolução tecnológica com base científica sólida.
Alternativa ao consumo animal com menor impacto ambiental
Ao escolher uma opção vegetal como o Siriju, o consumidor contribui diretamente para a redução do impacto ambiental. O bolinho evita a pesca de siri, respeita os biomas brasileiros e atende à crescente demanda por produtos plant-based. Assim, é possível manter uma alimentação saborosa e consciente ao mesmo tempo.
Fonte: Embrapa



