
Educação com mais acolhimento e nutrição
A rotina dos alunos da zona rural de Porto Velho tem mudado com um reforço simples e eficaz: alimentação escolar reforçada. Na EMEF Ermelindo Monteiro Brasil, localizada na Vila DNIT, crianças do ensino infantil ao 9º ano recebem até quatro refeições por dia, entre manhã e tarde.
Logo ao chegar, antes mesmo das aulas começarem, os estudantes são recebidos com o chamado “lanche extra”: vitaminas, açaí, frutas frescas e outros alimentos energéticos que garantem disposição desde o primeiro horário.

Merenda fortalece o aprendizado e reduz faltas
Com uma equipe dedicada, a alimentação agora é parte estratégica. Assim, uma alimentação escolar reforçada tornou-se essencial na rotina pedagógica. A cozinheira Aldenira Ferreira, há 18 anos na escola, destaca a transformação:
“Antes era só uma refeição no intervalo. Agora temos o lanche extra e isso mudou tudo. As crianças chegam, comem, e entram na sala mais atentas e felizes.”
Segundo o diretor Jhoel Lopes, a qualidade dos cardápios impactou o desempenho escolar:

“Hoje temos frutas, sucos, vitaminas e pratos variados. Os alunos faltam menos, participam mais e estão mais concentrados.”
Por isso, o investimento na alimentação tem trazido resultados reais na frequência e atenção em sala.
Impacto direto nas famílias e na economia local
Grande parte dos alimentos vem da agricultura familiar, fortalecendo a produção regional e garantindo ingredientes frescos. Além disso, a diversidade do cardápio também beneficia alunos com necessidades alimentares específicas, reforçando a efetividade da alimentação escolar.
A avó da estudante Taísa, de 6 anos, com diagnóstico de autismo leve, relata a importância do cuidado:
“Ela adora banana, laranja, maçã. A alimentação melhorou muito o aprendizado e ainda ajuda no orçamento familiar.”
Com isso, o impacto da merenda vai além da escola, alcançando também a realidade das famílias.

Opinião dos alunos: “A comida ajuda a aprender melhor”
Relatos dos estudantes reforçam o sucesso da iniciativa:
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Maria Alice, 10 anos: “A comida ajuda a ficar mais atenta nas tarefas. Agora consigo aprender melhor.”
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Maria Vitória, 9 anos: “Cheguei, comi batida de açaí e fui bem na prova. Ainda vou almoçar frango com salada.”
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Alexandre Silva, 11 anos, percorre 35 km todos os dias: “A merenda ajuda mesmo a estudar.”
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Ayla Vitória, 11 anos, faz 13 km: “Chego cansada, mas a comida dá força para aprender.”

Dessa forma, os depoimentos comprovam que alimentação adequada favorece o aprendizado.
Inclusão, saúde e permanência na escola
A experiência da escola Ermelindo Monteiro Brasil comprova que reforçar a alimentação é investir em educação de verdade. Uma alimentação escolar reforçada, segundo a professora Catarina Menezes, mostra resultados positivos visíveis nos alunos:
“Os alunos faltam menos, estão aprendendo mais e se sentem bem. A comida é feita com amor, e isso faz diferença.”
Então, a iniciativa da Prefeitura se destaca como exemplo de como a merenda pode ser uma aliada contra a fome, a evasão e a desigualdade educacional.
Fonte: Prefeitura de Porto Velho



