A Polícia Federal deflagrou operação emergencial contra incêndios ilegais na Amazônia, com foco em Rondônia e estados vizinhos.
Operação emergencial atinge áreas críticas
A Polícia Federal deflagrou uma operação emergencial contra os incêndios ilegais na Amazônia. A ação se concentra em Rondônia, Acre e Mato Grosso, onde o número de focos de calor cresceu de forma acelerada. Em resposta aos incêndios, medidas rápidas se tornaram essenciais para proteger a floresta.
Além disso, a operação reúne agentes do Ibama, ICMBio e brigadistas, que atuam em conjunto para reprimir crimes ambientais. Na Amazônia, o foco principal da operação são as terras indígenas, reservas extrativistas e áreas públicas invadidas devido aos incêndios.
Uso de tecnologia permite resposta rápida
Para aumentar a eficácia das ações, as equipes utilizam drones, sensores térmicos e inteligência artificial aplicada a imagens de satélite. Como resultado, é possível localizar focos ativos de maneira mais precisa, evitando a expansão dos incêndios ilegais na região amazônica.

Nos dois primeiros dias, a operação já gerou efeitos. Ao todo, cinco propriedades foram embargadas e quatro pessoas presas em flagrante. Os incêndios ilegais na Amazônia também geraram multas que somaram mais de R$ 250 mil.
Rondônia amplia combate com Operação Verde
Enquanto o governo federal age, o estado de Rondônia reforça a Operação Verde. Segundo autoridades locais, houve uma redução de 58% nos focos de calor em comparação com junho do ano passado. Rondônia intensifica esforços para controlar incêndios ilegais.

Apesar desse avanço, o risco continua elevado. Isso ocorre porque a estação seca favorece a propagação do fogo, especialmente em áreas vulneráveis à grilagem e ao desmatamento. Portanto, a atenção ao combate aos incêndios ilegais na Amazônia deve ser redobrada.
Queimadas afetam saúde e geram pressão externa
As queimadas não causam impacto apenas ao meio ambiente. Elas também afetam diretamente a saúde da população. Em Porto Velho, por exemplo, aumentaram os atendimentos por problemas respiratórios, principalmente entre crianças e idosos. As áreas atingidas pelos incêndios ilegais na Amazônia sofrem as consequências disso.
Por fim, o Brasil volta a ser pressionado internacionalmente. Com a COP30 se aproximando, o governo precisa mostrar que está comprometido com a preservação da Amazônia.




