A isenção fiscal para produção de suínos em Rondônia passou a reforçar ainda mais o estímulo à cadeia produtiva no estado. Com a aprovação do benefício fiscal, o governo estadual reduziu a carga tributária do ICMS de 12% para 2%, criando um ambiente mais favorável para produtores e indústrias do setor.
Segundo as informações apresentadas no vídeo, o novo modelo permite que o produtor venda o suíno em pé para o abatedouro com tarifa zero de impostos. Já a indústria passa a recolher um valor simbólico de R$ 10,85 por animal vivo que entra no estabelecimento para abate, o que representa uma economia expressiva em comparação com o cenário anterior.
▶ Ative o som e assista: o vídeo explica como a isenção fiscal para produção de suínos muda o custo do setor e fortalece a cadeia produtiva em Rondônia.
Redução do ICMS muda a dinâmica do setor
O benefício reduz o ICMS de 12% para 2% e altera diretamente a forma como a cadeia produtiva se organiza. Na prática, o produtor ganha mais competitividade na venda dos animais, enquanto a indústria passa a trabalhar com um custo tributário bem menor na entrada dos suínos para abate.
De acordo com o conteúdo do vídeo, a cobrança para a indústria fica limitada a R$ 10,85 por animal vivo. Antes do decreto, os valores eram mais altos, e a mudança representa uma economia estimada em 600% na comparação com o modelo anterior.
Setor de carne e derivados também é beneficiado
Além da venda do suíno em pé, o restante da cadeia produtiva também recebe estímulo. Segundo o vídeo, atividades ligadas à compra e venda da carne e de derivados suínos ficam isentas do tributo, ampliando o alcance da medida para diferentes etapas da produção.
Com isso, Rondônia tenta fortalecer um segmento estratégico do agronegócio, reduzir custos e aumentar a atratividade para produtores, frigoríficos e demais agentes envolvidos no mercado de suínos.
Fonte da notícia: informações apresentadas em vídeo institucional sobre a redução do ICMS e os efeitos da medida na cadeia produtiva de suínos em Rondônia.








