Rio Machado em Ji-Paraná entrou em alerta após as águas da cabeceira chegarem ao município e atingirem o Bairro Casa Preta, uma das primeiras áreas a sentir os efeitos da cheia. A situação ocorre depois de fortes chuvas registradas em municípios da região central de Rondônia.
Segundo o material informado, as chuvas chegaram a 136 milímetros na última semana em Pimenta Bueno, elevando o nível dos rios Pimenta Bueno e Barão do Melgaço, que dão origem ao Rio Machado. A cheia também afetou áreas baixas de Cacoal antes de avançar em direção a Ji-Paraná.

▶ Ative o som e assista: o vídeo mostra a situação do Rio Machado em Ji-Paraná e o alerta para moradores de áreas próximas às margens.
Rio Machado em Ji-Paraná atinge Bairro Casa Preta
O Bairro Casa Preta foi apontado como o primeiro a sentir os efeitos da chegada das águas em Ji-Paraná. O município é cortado pelo Rio Machado e costuma exigir atenção especial durante períodos de chuvas intensas em Rondônia.
A cheia preocupa porque as águas que caem na cabeceira demoram algum tempo para chegar à cidade. Mesmo quando a chuva diminui em uma área, o volume acumulado nos rios formadores pode continuar avançando e elevar o nível do Rio Machado em Ji-Paraná.
Resumo rápido
- Local afetado: Bairro Casa Preta, em Ji-Paraná;
- Rio em alerta: Rio Machado;
- Origem da cheia: rios Pimenta Bueno e Barão do Melgaço;
- Chuva registrada: 136 milímetros em Pimenta Bueno;
- Orientação: moradores de áreas de risco não devem esperar o agravamento.
Chuvas fortes elevaram rios que formam o Machado
As chuvas em Pimenta Bueno elevaram os rios Pimenta Bueno e Barão do Melgaço, responsáveis pela formação do Rio Machado. O volume também provocou alagamentos no próprio município e em áreas baixas de Cacoal, antes de chegar a Ji-Paraná.
Esse comportamento é comum em bacias hidrográficas durante períodos de chuva intensa. A água acumulada nos rios formadores segue o curso natural e pode atingir cidades localizadas abaixo da cabeceira, mesmo após alguns dias.
Defesa Civil orienta moradores das margens
De acordo com a coordenadora da Defesa Civil de Ji-Paraná, Meire Zanettin, a população que mora nas proximidades da margem do rio deve ficar atenta. Famílias já teriam ficado desabrigadas, enquanto outras pediram ajuda para deixar suas casas ou saíram por conta própria para casas de familiares e amigos.
O alerta é especialmente importante para quem vive em pontos historicamente atingidos por enchentes. A recomendação é não esperar a água invadir a residência para procurar apoio ou se deslocar para local seguro.
Quem deve redobrar a atenção
Famílias próximas ao rio devem acompanhar a subida do nível da água.
Pontos mais baixos podem ser atingidos primeiro durante o avanço da cheia.
Idosos, crianças e pessoas com mobilidade reduzida precisam de planejamento antecipado.
Nível do rio chegou a 10,93 metros
Segundo as informações divulgadas, o nível do rio já estaria em 10,93 metros. Uma família desabrigada teria sido levada ao Ginásio de Esportes Adão Lamotta, usado como ponto de apoio diante da emergência.
Como as chuvas ainda não haviam cessado e continuava chovendo na cabeceira, a tendência apontada pela Defesa Civil era de piora. Por isso, moradores de áreas de risco foram orientados a agir com antecedência.
Período chuvoso aumenta risco de enchentes
As condições climáticas em Rondônia exigem atenção nesse período do ano. Chuvas torrenciais aumentam o risco de enchentes em municípios às margens de rios caudalosos ou cortados por cursos d’água, como é o caso de Ji-Paraná.
O Rio Machado corta a cidade e tem impacto direto sobre bairros próximos às margens. Quando o volume aumenta na cabeceira, a resposta pode ser sentida depois em áreas urbanas, exigindo monitoramento constante.
Cuidados em áreas de risco
- Evite permanecer em casas onde a água já começou a subir;
- Separe documentos, remédios, roupas e itens essenciais;
- Não tente atravessar ruas alagadas ou correntezas;
- Desligue energia elétrica se houver risco de entrada de água;
- Procure abrigo em casa de familiares, amigos ou pontos indicados pela Defesa Civil;
- Acione as autoridades se precisar de apoio para sair da residência.
Rio Machado em Ji-Paraná exige monitoramento
O avanço das águas reforça a necessidade de monitoramento do Rio Machado em Ji-Paraná, principalmente em bairros historicamente vulneráveis. A Defesa Civil orienta que as famílias não esperem o último momento para buscar ajuda.
A combinação de chuva forte, rios cheios na cabeceira e áreas urbanas próximas às margens aumenta o risco de alagamentos. Por isso, moradores devem acompanhar alertas oficiais e evitar exposição desnecessária.
Alerta segue enquanto chuvas continuam
Enquanto as chuvas persistirem na cabeceira do rio, o risco permanece. A situação exige atenção de moradores, Defesa Civil e autoridades municipais, já que a água pode continuar chegando a Ji-Paraná mesmo após a trégua temporária das chuvas em alguns pontos.
O caso mostra como eventos em municípios da cabeceira podem afetar outras cidades ao longo do curso do rio. Em Ji-Paraná, o Bairro Casa Preta já sentiu os primeiros efeitos, e a orientação é que pessoas em áreas de risco priorizem a segurança.
Mais informações sobre prevenção em desastres e alertas podem ser consultadas no portal da Defesa Civil Nacional.
Fonte da notícia:
Rolim Notícias


